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Agora É Que São Elas! chega ao Teatro Sabesp Frei Caneca 

O espetáculo Agora É Que São Elas! chega ao palco paulistano nos dias 17 e 18 de março, sempre às 20h no Teatro Sabesp Frei Caneca. 

Estrelado por Júlia RabelloMaria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco, sobem ao palco para dar vida a cerca de 20 personagens em nove esquetes escritos por Fábio Porchat

A proposta é simples e irresistível, retratar situações cotidianas com humor afiado e muita identificação com o público. 

Na montagem, as atrizes interpretam homens e mulheres em cenas que parecem ter saído diretamente da vida real. A plateia é convidada a se reconhecer ou reconhecer alguém em histórias que transitam entre o absurdo e o familiar.  

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Foto: Divulgação/ Yan Carpenter

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site uhuu.com ou diretamente na bilheteria do teatro. 

Para construir o espetáculo, Porchat reuniu textos inéditos e outros escritos entre 2004 e 2005, quando ainda era estudante da CAL, no Rio de Janeiro.  

Parte desse material chegou a ser encenada ao lado de Paulo Gustavo, o que torna a revisitação ainda mais especial. Segundo o diretor, o segredo está na observação do cotidiano, quando se está atento ao que acontece ao redor, é possível compreender melhor o Brasil, seus costumes e suas pessoas. 

Entre os esquetes, “Superstição” acompanha o reencontro de duas amigas com visões opostas sobre crenças populares. Já “Selfie” mostra o constrangimento de uma atriz famosa abordada por um fã inconveniente. Em “Meu Bebê”, um casal entra em uma disputa silenciosa ao comparar o desenvolvimento do filho com o de outras crianças. 

O espetáculo reúne três gerações da comédia brasileira, cada uma com trajetória consolidada no teatro, na televisão e na internet.  

O sucesso da primeira temporada iniciada no Festival de Curitiba em 2024 e seguida por sessões esgotadas no Rio e em Niterói reforça o impacto da química em cena e do trabalho coletivo.  

Sem trocas de figurino ou caracterizações marcantes, as viradas entre personagens acontecem diante do público, exigindo timing preciso, criatividade e improvisação. 

Com diálogos rápidos e histórias completas em poucos minutos, o formato de esquetes prova mais uma vez sua força, combinando ritmo, versatilidade e conexão direta com quem assiste. 

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