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CRITICA | Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor

Quase três décadas depois de conquistar o público, a família Owens está de volta às telas em Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. Com Sandra Bullock e Nicole Kidman novamente como Sally e Gillian, a sequência aposta na nostalgia para revisitar personagens queridos e ampliar o universo criado por Alice Hoffman, sendo inspirada no romance O Livro da Magia.

A convite da Warner Bros. Pictures, o Cabana Geek conferiu em primeira mão o longa, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. Confira a nossa crítica completa!

Bullock e Kidman continuam sendo o coração da produção 

O reencontro entre as atrizes Bullock e Kidman é um dos maiores acertos desta sequência eletrizante. A química entre as duas permanece intacta, e as suas personagens Sally e Gillian continuam funcionando juntas, trazendo uma familiaridade reconfortante para quem cresceu com o filme original. 

Nova geração sofre com excesso de histórias 

O que podemos destacar é que a ideia de tentar ampliar a família Owens acabando gerando cenários diferentes com conflitos que acabam acontecendo ao mesmo tempo. Com isso, nem todos recebem os personagens incluídos no longa tem o desenvolvimento necessário.

Antonia, interpretada por Maisie Williams, chega com uma peça importante para a nova geração, porém a sua trajetória fica estagnada, deixando a sensação de que havia muito mais a explorar e com certeza é algo que a gente aguardava.

Kylie, vivida por Joey King, recebe uma atenção maior e se torna um dos principais eixos da trama. Conseguimos identificar como o desenrolar da Kylie funciona bem no papel, mas esse desequilíbrio faz com que o personagem da Antonia fique um pouco de lado.

Trailer: Reprodução/ Warner Bros. Pictures Brasil

Lee Pace rouba a cena 

Entre as novidades, Lee Pace se destaca como Ian Wright. Carismático e marcante, o ator consegue transformar suas aparições em alguns dos momentos mais interessantes do filme. 

Jet e Franny são um abraço no passado 

O retorno de Dianne Wiest, como Jet, e Stockard Channing, como Franny, também merece destaque. Apesar de terem breves participações, as aparições reforçam um dos temas mais bonitos da história: o sacrifício por aqueles que amamos

Uma sequência que tenta fazer demais 

No fim, Da Magia à Sedução 2 tem charme, boas ideias e um elenco talentoso, mas peca pelo excesso. O roteiro parece querer contar cinco histórias quando talvez precisasse escolher talvez duas ou três para desenvolver por completo, sem pontas soltas!

Sandra e Nicole continuam mágicas juntas, e Lee Pace definitivamente sabe roubar uma cena. O restante, porém, parece ter ficado esperando seu próprio momento de lançar o feitiço. 

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor estreia no dia 10 de setembro nos cinemas brasileiros. Confira a programação na rede de cinemas mais próxima de você!

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